A publicidade influencia o ser humano?
Sim. Infelizmente, a publicidade tem demasiada importância na vida do Homem. Atualmente, a sociedade é formatada para cumprir regras impostas pelos media. O estilo consumista que é imposto ultrapassa limites inimagináveis, barreiras entre o passado, o presente e o futuro.
O surgimento da publicidade para promover as mais variadas tecnologias, desde um simples telemóvel, passando por um computador até a uma casa inteligente, rompeu com regras importantes no seio da civilização mundial. Obviamente, que a existência e o desenvolvimento da tecnologia é substancialmente importante, porém, o Homem consegue sobreviver na ausência da mesma.
O marketing e a publicidade estão interligados. Estes permitem desenvolver novas capacidades e novos sentimentos através da publicação e divulgação do objeto ou da matéria que é processada.
Repare-se no anúncio que uma operadora Optimus criou – um anúncio que propõe a utilização de um telemóvel com ecrã tátil. Este género de telemóveis permite ao utilizador usar o toque sensorial para funcionar com o dispositivo, criando a ideia de aproximação entre Homem e Máquina.
By Rafaela Faria, 10º I
domingo, 25 de março de 2012
Consumerismo
O consumerismo designa a organização dos consumidores, a formação de associações e o desenvolvimento dos respetivos meios de informação e de ação com a finalidade de verem reconhecidos os seus direitos.
É a atitude e comportamento do consumidor informado e consciente da sua ação e papel na sociedade, que surgiu como reação à sociedade de consumo e ao consumismo.
É um movimento que procura formar consumidores mais conscientes, racionais, informados e capazes de intervir numa sociedade de consumo, em que os grupos industriais/comerciais fazem prevalecer os seus interesses.
O consumo responsável é o simples ato de começarmos a escolher o que consumir, baseados na avaliação de qual o impacto que o nosso consumo poderá gerar na sociedade e no meio ambiente.
O poder que temos nas mãos é imenso, pois, desde o nosso ato de usar a água em casa até à compra de um produto ou contratação de um serviço, poderemos influenciar e diminuir os impactos socioambientais gerados pelo uso e consumo irracional dos nossos recursos naturais.
Conclui-se portanto que o consumerismo designa um tipo de atitude oposta ao consumismo e que se caracteriza por um consumo racional, controlado e responsável e que tem em conta as consequências económicas, sociais, culturais e ambientais do próprio ato de consumir.
By Pedro Miguel Sá, 10º I
É a atitude e comportamento do consumidor informado e consciente da sua ação e papel na sociedade, que surgiu como reação à sociedade de consumo e ao consumismo.
É um movimento que procura formar consumidores mais conscientes, racionais, informados e capazes de intervir numa sociedade de consumo, em que os grupos industriais/comerciais fazem prevalecer os seus interesses.
Elaborar uma simples lista de compras poderá ser
uma boa forma de aderirmos ao consumo racional.
uma boa forma de aderirmos ao consumo racional.
O consumo responsável é o simples ato de começarmos a escolher o que consumir, baseados na avaliação de qual o impacto que o nosso consumo poderá gerar na sociedade e no meio ambiente.
O poder que temos nas mãos é imenso, pois, desde o nosso ato de usar a água em casa até à compra de um produto ou contratação de um serviço, poderemos influenciar e diminuir os impactos socioambientais gerados pelo uso e consumo irracional dos nossos recursos naturais.
Conclui-se portanto que o consumerismo designa um tipo de atitude oposta ao consumismo e que se caracteriza por um consumo racional, controlado e responsável e que tem em conta as consequências económicas, sociais, culturais e ambientais do próprio ato de consumir.
By Pedro Miguel Sá, 10º I
A Concorrência na Economia
Na economia, a concorrência existe numa determinada situação de um mercado em que vários produtores e/ou vendedores de um serviço ou produto agem independentemente em relação ao comportamento dos consumidores, de forma a alcançar objetivos para o negócio. Para alcançar estes objetivos, utilizam diferentes estratégias, como o controlo de preços e qualidade e também serviços pós-venda.
Isto cria um incentivo para as empresas inovarem e investirem para maximizar os lucros. A concorrência existe quando é feita de acordo com o jogo da oferta e da procura e sem a intervenção do Estado.
A concorrência perfeita
A concorrência pura é uma situação de mercado em que os consumidores não
têm poder para influenciar o preço de um bem ou serviço.
Quando isto se verifica, há um grande número de empresas a produzir o mesmo bem e com custos e preço semelhante.
A concorrência monopolística
Esta situação económica corresponde a grande parte das situações reais.
É caracterizada pela possibilidade de os vendedores influenciarem a procura e os preços.
Existe uma grande variedade de vendedores e acesso fácil ao bem. Contudo, este não é homogéneo, ou seja existe uma diferenciação no produto e nas suas características.
By Luís Baptista Cerejeira Leitão, 11° J
Isto cria um incentivo para as empresas inovarem e investirem para maximizar os lucros. A concorrência existe quando é feita de acordo com o jogo da oferta e da procura e sem a intervenção do Estado.
A concorrência perfeita
A concorrência pura é uma situação de mercado em que os consumidores não
têm poder para influenciar o preço de um bem ou serviço.
Quando isto se verifica, há um grande número de empresas a produzir o mesmo bem e com custos e preço semelhante.
A concorrência monopolística
Esta situação económica corresponde a grande parte das situações reais.
É caracterizada pela possibilidade de os vendedores influenciarem a procura e os preços.
Existe uma grande variedade de vendedores e acesso fácil ao bem. Contudo, este não é homogéneo, ou seja existe uma diferenciação no produto e nas suas características.
By Luís Baptista Cerejeira Leitão, 11° J
Capital Humano
O que é o capital humano?
Capital humano é o conjunto de conhecimentos, competências e atributos de personalidade consagrados na capacidade de realizar trabalho de modo a produzir valor económico. São os atributos adquiridos por um trabalhador por meio da educação e da experiência.
O capital humano é um dos principais ativos geradores de riqueza nas empresas. O valor de cada indivíduo contribui para o crescimento da organização e pode ser aumentado ou depreciado de acordo com as políticas e práticas de gestão aplicadas.
Com a mudança constante do contexto económico, em que a formação de valor no mercado cada vez mais depende da qualidade de serviços e conhecimentos prestados, onde bens tangíveis são facilmente copiáveis, as pessoas tornaram-se definitivamente um diferencial competitivo. Deste modo torna-se cada vez mais evidente a procura das organizações em novas ferramentas e estratégias de gestão onde a ideia de "despesas com pessoal" passa a dar lugar ao "investimento em capital humano".
Justin Slay definiu quatro tipos de capital fixo (que são caracterizados como aqueles que proporcionam uma receita ou lucro, sem circular ou mudar de dono). Os quatro tipos foram:
• Máquinas úteis e instrumentos do comércio;
• Edifícios com os meios de obtenção de receita;
• Melhorias de terrenos;
• Habilidades adquiridas e úteis de todos os habitantes ou membros da sociedade.
Adam Smith definiu o capital humano da seguinte forma:
"Em quarto lugar, as habilidades adquiridas e úteis de todos os habitantes ou membros da sociedade. A aquisição de tais talentos, por meio da manutenção do adquirente durante a sua educação, estudo ou aprendizagem, sempre custa uma despesa real, que é capital fixo e realizado, por assim dizer, na sua pessoa. Esses talentos, fazem parte da sua fortuna, tal como também da sociedade à qual ele pertence. A destreza melhorada de um trabalhador pode ser considerada a mesma que uma máquina ou um instrumento de comércio, que facilita o trabalho e que, apesar dos custos, reembolsa as despesas com um lucro. "
Para concluir, o capital humano são as pessoas em geral, os trabalhadores de uma empresa, os quais constituem um fator de diferenciação: “Atualmente o único bem na empresa que não pode ser copiado são as pessoas, o talento faz a diferença.”
By Rui Ferreira, 10º I
Capital humano é o conjunto de conhecimentos, competências e atributos de personalidade consagrados na capacidade de realizar trabalho de modo a produzir valor económico. São os atributos adquiridos por um trabalhador por meio da educação e da experiência.
O capital humano é um dos principais ativos geradores de riqueza nas empresas. O valor de cada indivíduo contribui para o crescimento da organização e pode ser aumentado ou depreciado de acordo com as políticas e práticas de gestão aplicadas.
Com a mudança constante do contexto económico, em que a formação de valor no mercado cada vez mais depende da qualidade de serviços e conhecimentos prestados, onde bens tangíveis são facilmente copiáveis, as pessoas tornaram-se definitivamente um diferencial competitivo. Deste modo torna-se cada vez mais evidente a procura das organizações em novas ferramentas e estratégias de gestão onde a ideia de "despesas com pessoal" passa a dar lugar ao "investimento em capital humano".
Justin Slay definiu quatro tipos de capital fixo (que são caracterizados como aqueles que proporcionam uma receita ou lucro, sem circular ou mudar de dono). Os quatro tipos foram:
• Máquinas úteis e instrumentos do comércio;
• Edifícios com os meios de obtenção de receita;
• Melhorias de terrenos;
• Habilidades adquiridas e úteis de todos os habitantes ou membros da sociedade.
Adam Smith definiu o capital humano da seguinte forma:
"Em quarto lugar, as habilidades adquiridas e úteis de todos os habitantes ou membros da sociedade. A aquisição de tais talentos, por meio da manutenção do adquirente durante a sua educação, estudo ou aprendizagem, sempre custa uma despesa real, que é capital fixo e realizado, por assim dizer, na sua pessoa. Esses talentos, fazem parte da sua fortuna, tal como também da sociedade à qual ele pertence. A destreza melhorada de um trabalhador pode ser considerada a mesma que uma máquina ou um instrumento de comércio, que facilita o trabalho e que, apesar dos custos, reembolsa as despesas com um lucro. "
Para concluir, o capital humano são as pessoas em geral, os trabalhadores de uma empresa, os quais constituem um fator de diferenciação: “Atualmente o único bem na empresa que não pode ser copiado são as pessoas, o talento faz a diferença.”
By Rui Ferreira, 10º I
quinta-feira, 22 de março de 2012
Concentração de Empresas
A tendência da concentração de empresas ocorre devido à concorrência de mercado e à necessidade de reduzir custos operacionais na empresa, com o intuito de manter o produto competitivo no mercado consumidor.
Para manter a competitividade dos seus produtos e serviços e ampliar a distribuição dos mesmos, muitas empresas recorrem às estratégias económicas sobre as quais vou expor neste trabalho, que são a fusão e o cartel.
Fusão de Empresas
A Fusão de empresas é uma operação de ordem financeira e jurídica que une duas ou mais sociedades do mesmo segmento jurídico ou diferente. Na fusão há a aglutinação de patrimónios, o que gera uma nova face empresarial jurídica.
Basicamente a fusão é a união de duas ou mais empresas gerando uma nova e única empresa.
Nos tempos atuais, numa economia globalizada, há uma tendência de concentração de capitais e segmentos de produtos nas mãos de grupos empresariais.
Numa fusão o controlo administrativo da nova empresa fica sob a responsabilidade daquela que representará maior participação financeira e produtiva. A fusão proporciona a redução de custos operacionais, mas põe o mercado sob o risco de ações monopolistas, apesar de manter a individualização das marcas dos produtos já presentes no mercado.
Dentro da fusão existem dois tipos, nomeadamente:
• Concentração horizontal, ou seja, empresas do mesmo ramo de actividade.
• Concentração vertical, ou seja, empresas de ramos de atividade diferenciados mas complementares.
Cartel
O Cartel é um acordo explícito ou implícito entre concorrentes para:
• fixação de preços ou cotas de produção;
• divisão de clientes e de mercados de actuação;
• eliminar a concorrência;
• aumentar os preços dos produtos, obtendo maiores lucros, em prejuízo do bem-estar do consumidor.
A formação de cartéis teve início na segunda metade do século XIX. Estes acordos ocorrem normalmente em mercados oligopolísticos, nos quais existe um pequeno número de firmas e normalmente envolve produtos homogéneos. Na prática o cartel opera como um monopólio, isto é, como se fosse uma única empresa. Os cartéis são considerados a mais grave lesão à concorrência e prejudicam os consumidores ao aumentar preços e ao restringir a oferta, tornando os bens e serviços mais caros ou indisponíveis.
Fontes:
http://www.fiscosoft.com.br/indexsearch.php?PID=129022
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cartel
By Paulo Costa, 10º I
Para manter a competitividade dos seus produtos e serviços e ampliar a distribuição dos mesmos, muitas empresas recorrem às estratégias económicas sobre as quais vou expor neste trabalho, que são a fusão e o cartel.
Fusão de Empresas
A Fusão de empresas é uma operação de ordem financeira e jurídica que une duas ou mais sociedades do mesmo segmento jurídico ou diferente. Na fusão há a aglutinação de patrimónios, o que gera uma nova face empresarial jurídica.
Basicamente a fusão é a união de duas ou mais empresas gerando uma nova e única empresa.
Nos tempos atuais, numa economia globalizada, há uma tendência de concentração de capitais e segmentos de produtos nas mãos de grupos empresariais.
Numa fusão o controlo administrativo da nova empresa fica sob a responsabilidade daquela que representará maior participação financeira e produtiva. A fusão proporciona a redução de custos operacionais, mas põe o mercado sob o risco de ações monopolistas, apesar de manter a individualização das marcas dos produtos já presentes no mercado.
Dentro da fusão existem dois tipos, nomeadamente:
• Concentração horizontal, ou seja, empresas do mesmo ramo de actividade.
• Concentração vertical, ou seja, empresas de ramos de atividade diferenciados mas complementares.
Cartel
O Cartel é um acordo explícito ou implícito entre concorrentes para:
• fixação de preços ou cotas de produção;
• divisão de clientes e de mercados de actuação;
• eliminar a concorrência;
• aumentar os preços dos produtos, obtendo maiores lucros, em prejuízo do bem-estar do consumidor.
A formação de cartéis teve início na segunda metade do século XIX. Estes acordos ocorrem normalmente em mercados oligopolísticos, nos quais existe um pequeno número de firmas e normalmente envolve produtos homogéneos. Na prática o cartel opera como um monopólio, isto é, como se fosse uma única empresa. Os cartéis são considerados a mais grave lesão à concorrência e prejudicam os consumidores ao aumentar preços e ao restringir a oferta, tornando os bens e serviços mais caros ou indisponíveis.
Fontes:
http://www.fiscosoft.com.br/indexsearch.php?PID=129022
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cartel
By Paulo Costa, 10º I
Concentração Empresarial
O que é a concentração empresarial?
A concorrência entre as empresas tem conduzido ao fenómeno da concentração empresarial, isto é, junção de duas ou mais empresas com o objetivo de alargarem os seus mercados e aumentarem a sua dimensão.
O fenómeno da concentração empresarial começou a desenvolver-se ainda no séc. XIX. Até aí, a pequena empresa empresarial concorrencial era a regra e os mercados aproximavam-se do modelo teórico de concorrência perfeita.
Formas de concentração
A concentração de empresas pode concretizar-se de diversas formas:
• Cartel - acordo temporário entre varias empresas que produzem bens semelhantes com o objetivo de controlar a oferta e o preço do bem.
• Fusão de empresas ou trust - resulta da união de duas ou mais empresas, dando origem a uma nova empresa que utiliza os meios de produção e os trabalhadores das empresas iniciais, sob uma única direção.
• Aquisição - processo de concentração empresarial decorrente da compra de umas empresas, total ou parcialmente, por outras, na Bolsa de Valores.
Vantagens
O processo de fusões e aquisições constitui, para as empresas, a possibilidade de sobrevivência num mercado altamente competitivo, através da diversificação de interesses, da denominação do mercado ou da entrada em novos mercados
Desvantagens
Para os consumidores, este processo pode tronar-se problemático, devido ao facto de poder originar situações de monopólio ou de oligopólio, onde a vontade dos consumidores pode ser “ abafada” face ao poder dos grandes empresários.
Este processo de concentração também pode atrair alguns problemas para os países, uma vez que potencia a transnacionalização do capital e, por isso, os interesses das economias nacionais podem ficar sujeitos às decisões das empresas estrangeiras.
By Daniela Carvalho, 10º I
A concorrência entre as empresas tem conduzido ao fenómeno da concentração empresarial, isto é, junção de duas ou mais empresas com o objetivo de alargarem os seus mercados e aumentarem a sua dimensão.
O fenómeno da concentração empresarial começou a desenvolver-se ainda no séc. XIX. Até aí, a pequena empresa empresarial concorrencial era a regra e os mercados aproximavam-se do modelo teórico de concorrência perfeita.
Formas de concentração
A concentração de empresas pode concretizar-se de diversas formas:
• Cartel - acordo temporário entre varias empresas que produzem bens semelhantes com o objetivo de controlar a oferta e o preço do bem.
• Fusão de empresas ou trust - resulta da união de duas ou mais empresas, dando origem a uma nova empresa que utiliza os meios de produção e os trabalhadores das empresas iniciais, sob uma única direção.
• Aquisição - processo de concentração empresarial decorrente da compra de umas empresas, total ou parcialmente, por outras, na Bolsa de Valores.
Vantagens
O processo de fusões e aquisições constitui, para as empresas, a possibilidade de sobrevivência num mercado altamente competitivo, através da diversificação de interesses, da denominação do mercado ou da entrada em novos mercados
Desvantagens
Para os consumidores, este processo pode tronar-se problemático, devido ao facto de poder originar situações de monopólio ou de oligopólio, onde a vontade dos consumidores pode ser “ abafada” face ao poder dos grandes empresários.
Este processo de concentração também pode atrair alguns problemas para os países, uma vez que potencia a transnacionalização do capital e, por isso, os interesses das economias nacionais podem ficar sujeitos às decisões das empresas estrangeiras.
By Daniela Carvalho, 10º I
O desemprego e a procura de emprego por setor
Atualmente, quer em Portugal quer na UE, os números do desemprego sobem todos os dias. No final de 2010, em Portugal, havia mais de 600 mil pessoas (602.600 indivíduos) no desemprego, mais 400 mil do que no ano 2000 (198.500 indivíduos).
• Percentagem de desempregados por idades
Quase metade (46%) do número de desempregados inscritos nos centros de emprego, tem entre os 35 e os 54 anos, segue-se a faixa etária dos desempregados com mais de 55 anos, com cerca de 18% de inscritos, e por fim com 12% são os jovens com menos de 25 anos.
• Nível de instrução dos desempregados
O numero de desempregados sem instrução nenhuma diminuiu 3% de 2000 para 2010, passando para 6%. Por outro lado de 2000 para 2010, o numero de desempregados com o ensino secundário e superior aumentou de 14% para 16%, e de 7% para 9%, respectivamente.
• Percentagem de procura de emprego por sexo
Em 1974 a procura de emprego era superior nos homens com cerca de 58%, já as nas mulheres registava se uma procura de 42%. Com o passar dos anos essa tendência inverteu-se e as mulheres lideram a procura pelo emprego com uma percentagem de 53%, já os homens tem apenas 47%.
• Procura de emprego por setores
A procura de emprego varia de setor para sector, a mais de metade dos portugueses procuram trabalho no sector terciário, comercio, serviços ou trabalho de escritório representam 59% da procura, 37% de procura no setor secundário, industria ou construção civil, e apenas 4% procuram o sector primário, como agricultura, pesca ou minas.
By Manuel Bastos, 11º J
População desempregada na Europa
(milhares)
(milhares)
• Percentagem de desempregados por idades
Quase metade (46%) do número de desempregados inscritos nos centros de emprego, tem entre os 35 e os 54 anos, segue-se a faixa etária dos desempregados com mais de 55 anos, com cerca de 18% de inscritos, e por fim com 12% são os jovens com menos de 25 anos.
• Nível de instrução dos desempregados
O numero de desempregados sem instrução nenhuma diminuiu 3% de 2000 para 2010, passando para 6%. Por outro lado de 2000 para 2010, o numero de desempregados com o ensino secundário e superior aumentou de 14% para 16%, e de 7% para 9%, respectivamente.
• Percentagem de procura de emprego por sexo
Em 1974 a procura de emprego era superior nos homens com cerca de 58%, já as nas mulheres registava se uma procura de 42%. Com o passar dos anos essa tendência inverteu-se e as mulheres lideram a procura pelo emprego com uma percentagem de 53%, já os homens tem apenas 47%.
• Procura de emprego por setores
A procura de emprego varia de setor para sector, a mais de metade dos portugueses procuram trabalho no sector terciário, comercio, serviços ou trabalho de escritório representam 59% da procura, 37% de procura no setor secundário, industria ou construção civil, e apenas 4% procuram o sector primário, como agricultura, pesca ou minas.
By Manuel Bastos, 11º J
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