Como foi introduzido o Euro?
A 1 de Janeiro de 1999, o euro foi lançado como “unidade de conta”, ou seja, utilizado em muitas operações financeiras em papel, mas ainda não estava disponível como dinheiro - notas e moedas. O objetivo era dar algum tempo para que os diferentes sistemas financeiros, em bancos e empresas, se adaptassem à nova moeda.
Assim, a 1 de Janeiro de 2002, foram lançadas notas e moedas de euro nos 12 países que adotaram o euro. As caixas Multibanco começaram a utilizar euros e as lojas davam apenas troco em euros. Num curto período de tempo, todas as antigas moedas nacionais tinham sido recolhidas pelas lojas e bancos e retiradas de circulação - os cidadãos da zona euro só tinham euros nos seus bolsos e carteiras.
Introdução “física” do Euro
A substituição das moedas nacionais pelo euro foi analisada pela primeira vez em 1994 pelo Instituto Monetário Europeu (IME). As atividades preparatórias decorreram ao longo de vários anos.
Em 1 de Janeiro de 2002, o euro foi introduzido em 12 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal.
A Eslovénia adotou o euro em 2007, seguida do Chipre e Malta (2008), da Eslováquia (2009) e da Estónia (2011).
Hoje, as notas e moedas de euro têm curso legal e poder liberatório em 17 dos 27 países da União Europeia. Os 10 países não participantes são: Bulgária, Dinamarca, Hungria, Lituânia, Polónia, Reino Unido, República Checa, Roménia e Suécia.
Quem utiliza o Euro?
Nem todos os países da União Europeia utilizam o euro - alguns continuam a utilizar as suas moedas nacionais. Isto deve-se essencialmente ao facto de as suas economias ainda não estarem prontas para adotar o euro, embora três países (Dinamarca, Reino Unido e Suécia) tenham decidido manter as suas moedas nacionais por enquanto.
A maior parte dos países está a preparar-se para adotar o euro e aderir à zona euro no futuro.
Alguns estados não membros da UE usam também o euro: Andorra, Mónaco, São Marino e Vaticano. O Montenegro também utiliza o euro como a sua moeda oficial. Também no Kosovo, o euro passou a circular mesmo antes da sua declaração de independência.
Símbolo do Euro
O símbolo do euro - € - assemelha-se à letra E, atravessada por duas linhas paralelas horizontais. Este símbolo, inspirado na letra grega «épsilon», invocando a Grécia como o berço da civilização europeia, representa a primeira letra da palavra «Europa», enquanto as duas linhas paralelas simbolizam a estabilidade interna da moeda.
O euro, enquanto moeda dos países do Euro-sistema, está dividido em 100 subunidades, designadas por «cent» ou «cêntimos».
Símbolo oficial: €
Designação: Euro
Sigla: EUR
Zona Euro
A Zona Euro oficialmente Área do Euro (também referenciada como Eurozona, Euro-Área ou ainda Eurolândia) refere-se a uma união monetária dentro da União Europeia, na qual os estados-membros adotaram oficialmente o euro como moeda comum. A área monetária é constituída por 17 membros dentro da União Europeia e mais 10 fora dela.
A entidade máxima que regula toda a política monetária, como as taxas de juro ou a Euribor, é o Banco Central Europeu, sediado em Frankfurt, na Alemanha. A zona Euro é a segunda maior economia do mundo, segundo a CIA.
Vantagens do euro
1. Facilita a comparação dos preços dos mesmos produtores nos vários países;
2. Assegura a transparência dos mercados;
3. Facilita o turismo, visto que deixa de ser necessário trocar a nossa moeda pela dos outros países da zona Euro;
4. Tem maior capacidade para competir no mercado internacional com o dólar dos Estados Unidos da América e o iene do Japão;
5. Permite obter empréstimos bancários mais favoráveis porque os juros são mais baixos;
6. A economia de cada país torna-se mais estável e essa estabilidade gera confiança e leva as pessoas a investir mais;
7. Permite o fortalecimento da União Europeia, dando-lhe um maior peso a nível mundial.
Desvantagens do Euro
1. Custo a nível das empresas com a adaptação dos sistemas de informação e das máquinas para a nova realidade, o que implica em alguns casos a aquisição de software novo, de sistemas contabilísticos, de sistemas de faturação e outros novos equipamentos;
2. Custos com a formação das pessoas que é fundamental e imprescindível para que as empresas possam integrar o euro;
3. Custo com o período de transição do escudo para o euro;
4. Perda de emissões cambiais relativas às moedas da UEM;
5. Perda de soberania sobre a taxa de câmbio e a taxa de juro, como instrumentos autónomos de política económica;
6. Aumento da concorrência entre as empresas e os setores, resultante da maior integração dos mercados e de maior transparência de preços.
Moedas de Euro
Um euro é divido em 100 cêntimos e existem oito diferentes denominações: €0,01; €0,02; €0,05; €0,10; €0,20; €0,50; €1,00; €2,00. Todas as moedas têm um lado comum mostrando quanto a moeda vale, com um desenho do designer belga Luc Luyckx.
Notas de Euro
Na zona euro da União Europeia têm curso legal notas de euro com valores de 5, 10, 20, 50, 100, 200 e 500 euros.
Vejam o vídeo seguinte sobre os dez primeiros anos do euro:
By Soraia Oliveira, 10º I
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Produtividade
A produtividade é a medida de eficiência da produção.
Formalmente, a produtividade do trabalho corresponde à quantidade de trabalho necessária para produzir uma unidade de um determinado bem.
Do ponto de vista macroeconómico, mede-se a produtividade do trabalho através do Produto Interno de um país (PIB) por pessoa ativa.
O crescimento da produtividade depende da qualidade do capital físico, da melhoria das competências da mão-de-obra, dos progressos tecnológicos e de novas formas de organização.
O crescimento da produtividade é a principal fonte de crescimento económico.
Formalmente, a produtividade do trabalho corresponde à quantidade de trabalho necessária para produzir uma unidade de um determinado bem.
Do ponto de vista macroeconómico, mede-se a produtividade do trabalho através do Produto Interno de um país (PIB) por pessoa ativa.
O crescimento da produtividade depende da qualidade do capital físico, da melhoria das competências da mão-de-obra, dos progressos tecnológicos e de novas formas de organização.
O crescimento da produtividade é a principal fonte de crescimento económico.
Situação da UE
A partir de 1995 e até 2001, o crescimento da produtividade do trabalho na União Europeia abrandou (tendo passado de uma média de 1,9% na primeira metade da década para 1,2%).
Existem diferenças muito notáveis entre a produtividade dos diferentes estados membros, destacando-se a Áustria, Grécia e Irlanda, estando assim próximos da produtividade dos Estados Unidos da América. Tudo isto porque a adesão destes países à UE proporcionou, de certa forma, a criação de novas oportunidades.
A indústria Europeia
Em relação ao inicio dos anos 90, estes foram marcados por uma baixa do crescimento da produtividade na indústria transformadora da UE, em comparação com os Estados Unidos.
Pelo contrário, a tendência verificada nestes últimos anos nas indústrias com elevada intensidade de capital (fibras têxteis, pasta de papel e papel, fibras sintéticas, ferro e aço e outros metais) tem sido positiva.
Nas indústrias com elevada base tecnológica (indústria farmacêutica, produtos químicos, máquinas de escritório e computadores, equipamentos electrónicos, televisores e emissores de rádio, equipamento médico), o crescimento no mesmo período foi igualmente assinalável.
Em contrapartida, comparando os valores da UE com os dos Estados Unidos, constata-se que as indústrias de tecnologia representam 35% do valor acrescentado da indústria transformadora nesse país, em comparação com 24% na UE. Estes dados são os efeitos da posição relativamente débil das TIC em relação às outras indústrias na UE.
Fonte: http://europa.eu
By Luís Leitão, 11º J
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Órgãos e Instituições da UE
A União Europeia é uma organização que exige, para funcionar devidamente, um conjunto diversificado de tarefas e funções que são desempenhadas pelos órgãos comunitários.
- Conselho Europeu: é constituído pelos Chefes de Governo de todos os países da UE e pelo presidente da Comissão Europeia.
- Conselho de Ministros: é constituído por um representante de cada Estado Membro a nível ministerial; é o mais importante órgão deliberativo da UE. O Conselho de Ministros pode assumir 2 formas: conselho dos assuntos gerais e conselhos especializados.
- Comissão: composta por 20 comissários nomeados por cada país da UE, cabendo 2 comissários aos países grandes (França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Espanha) e apenas um comissário aos restantes. A Comissão impulsiona a vida da UE, pois apresenta propostas legislativas ao Conselho de Ministros e ao Parlamento Europeu, gere as políticas comuns, executa o orçamento comunitário e faz a gestão dos fundos comunitários. Executa as decisões emanadas do Conselho e do Parlamento Europeu . Representa a UE nas organizações internacionais (OCDE, OMC, etc.) . Pode aplicar sanções aos Estados-membros e às instituições que violem os princípios e as leis comunitárias.
- Parlamento Europeu: constituído por 732 deputados eleitos põe sufrágio universal por um período de 5 anos. O nº de lugares atribuídos a cada país atende à sua respetiva população. Detém os poderes: legislativo, orçamental, de controlo e ainda assume um papel de impulsão política.
- Comité Económico e Social: é um órgão consultivo, que emite pareceres a pedido da Comissão e do Conselho; constituído por 3 grupos: entidades patrimoniais, trabalhadores e atividades diversas (consumidores, profissões liberais, etc.).
- Comité das Regiões: órgão consultivo; os seus membros representam as administrações regionais e locais; é obrigatoriamente consultado nos domínios da educação, cultura, saúde pública, redes transeuropeias de transportes, telecomunicações e energia e sobre a utilização dos fundos estruturais.
- Tribunal de Justiça: órgão jurisdicional da UE; vela pela aplicação uniforme do direito comunitário.
- Tribunal de Contas: é composto 1 membro de cada país, nomeado pelo Conselho após consulta do PE; trata-se da instituição de fiscalização das finanças europeias; tem também uma função consultiva.
Órgãos Financeiros
- Banco Central Europeu: cabe-lhe gerir as políticas monetárias dos Estados-membros.
- Banco Europeu de Investimento: tem por missão financiar os projetos conformes aos objetivos das políticas comunitárias (a sua sede é em Frankfurt).
By André Silva, 11º J
- Conselho Europeu: é constituído pelos Chefes de Governo de todos os países da UE e pelo presidente da Comissão Europeia.
- Conselho de Ministros: é constituído por um representante de cada Estado Membro a nível ministerial; é o mais importante órgão deliberativo da UE. O Conselho de Ministros pode assumir 2 formas: conselho dos assuntos gerais e conselhos especializados.
- Comissão: composta por 20 comissários nomeados por cada país da UE, cabendo 2 comissários aos países grandes (França, Alemanha, Itália, Reino Unido e Espanha) e apenas um comissário aos restantes. A Comissão impulsiona a vida da UE, pois apresenta propostas legislativas ao Conselho de Ministros e ao Parlamento Europeu, gere as políticas comuns, executa o orçamento comunitário e faz a gestão dos fundos comunitários. Executa as decisões emanadas do Conselho e do Parlamento Europeu . Representa a UE nas organizações internacionais (OCDE, OMC, etc.) . Pode aplicar sanções aos Estados-membros e às instituições que violem os princípios e as leis comunitárias.
- Parlamento Europeu: constituído por 732 deputados eleitos põe sufrágio universal por um período de 5 anos. O nº de lugares atribuídos a cada país atende à sua respetiva população. Detém os poderes: legislativo, orçamental, de controlo e ainda assume um papel de impulsão política.
- Comité Económico e Social: é um órgão consultivo, que emite pareceres a pedido da Comissão e do Conselho; constituído por 3 grupos: entidades patrimoniais, trabalhadores e atividades diversas (consumidores, profissões liberais, etc.).
- Comité das Regiões: órgão consultivo; os seus membros representam as administrações regionais e locais; é obrigatoriamente consultado nos domínios da educação, cultura, saúde pública, redes transeuropeias de transportes, telecomunicações e energia e sobre a utilização dos fundos estruturais.
- Tribunal de Justiça: órgão jurisdicional da UE; vela pela aplicação uniforme do direito comunitário.
- Tribunal de Contas: é composto 1 membro de cada país, nomeado pelo Conselho após consulta do PE; trata-se da instituição de fiscalização das finanças europeias; tem também uma função consultiva.
Órgãos Financeiros
- Banco Central Europeu: cabe-lhe gerir as políticas monetárias dos Estados-membros.
- Banco Europeu de Investimento: tem por missão financiar os projetos conformes aos objetivos das políticas comunitárias (a sua sede é em Frankfurt).
By André Silva, 11º J
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Política Agrícola Comum (2)
A Política Agrícola Comum da União Europeia (PAC) é um sistema de subsídios à agricultura e programas de desenvolvimento em áreas afins, parte do primeiro dos três Pilares da União Europeia, designado como Comunidades Europeias.
A PAC foi criada em 1962, tendo como objetivos:
- Aumentar a produtividade agrícola;
- Garantir um bom nível de vida à população agrícola;
- Estabilizar os mercados;
- Garantir os fornecimentos regulares;
- Garantir preços razoáveis no abastecimento ao consumidor.
Em 1962, os então seis países-membros da Comunidade Económica Europeia chegaram a um acordo sobre uma Política Agrícola Comum baseada nos seguintes princípios:
- Livre troca de produtos;
- Nível comum de preços;
- Livre acesso do consumidor aos melhores produtos;
- Preferência pelos produtos comunitários;
- Solidariedade financeira.
Em 1992 foi lançada uma revisão da Política Agrícola Comum (nova PAC), com o objetivo de reduzir os excedentes (quotas leiteiras, set-aside, etc.); regular os preços junto aos consumidores; respeito pelo ambiente. Em 1999, uma nova reforma foi programada.
Os apoios comunitários à agricultura através da PAC permitiram:
- A sua modernização e racionalização;
- Manter preços razoáveis no consumidor e assegurar a estabilidade nos mercados;
- Aumentar e manter os rendimentos agrícolas dentro dos limites bons ou razoáveis, embora, nos últimos anos, o rendimento médio dos agricultores tenha diminuído.
A PAC foi criada em 1962, tendo como objetivos:
- Aumentar a produtividade agrícola;
- Garantir um bom nível de vida à população agrícola;
- Estabilizar os mercados;
- Garantir os fornecimentos regulares;
- Garantir preços razoáveis no abastecimento ao consumidor.
Em 1962, os então seis países-membros da Comunidade Económica Europeia chegaram a um acordo sobre uma Política Agrícola Comum baseada nos seguintes princípios:
- Livre troca de produtos;
- Nível comum de preços;
- Livre acesso do consumidor aos melhores produtos;
- Preferência pelos produtos comunitários;
- Solidariedade financeira.
Em 1992 foi lançada uma revisão da Política Agrícola Comum (nova PAC), com o objetivo de reduzir os excedentes (quotas leiteiras, set-aside, etc.); regular os preços junto aos consumidores; respeito pelo ambiente. Em 1999, uma nova reforma foi programada.
Os apoios comunitários à agricultura através da PAC permitiram:
- A sua modernização e racionalização;
- Manter preços razoáveis no consumidor e assegurar a estabilidade nos mercados;
- Aumentar e manter os rendimentos agrícolas dentro dos limites bons ou razoáveis, embora, nos últimos anos, o rendimento médio dos agricultores tenha diminuído.
By Rui Costa, 11º J
Política Agrícola Comum (PAC)
A União Europeia é hoje uma União Económica e Monetária, no âmbito da qual têm sido implementadas diversas políticas comuns. Uma das políticas mais importantes é a Política Agrícola Comum (PAC).
Objetivos da PAC:
- Melhorar a qualidade de vida dos produtores agrícolas;
- Estabilizar os preços dos mercados;
- Garantir a segurança dos abastecimentos;
- Aumentar a produtividade agrícola, assegurando o desenvolvimento racional da produção agrícola.
A importância da PAC:
- Contribui para o crescimento económico;
- É uma forma de sobrevivência de muitas comunidades;
- Tem um papel importante na conservação da paisagem, proteção da biodiversidade e salvaguarda da paisagem.
O que fez a PAC até hoje:
- A produção agrícola triplicou;
- Aumentou a produtividade e o rendimento dos agricultores;
- Reduziu-se a mão-de-obra utilizada.
O vídeo que se segue mostra as medidas a implementar no âmbito da reforma da PAC:
By Gil Marques, 11º J
Objetivos da PAC:
- Melhorar a qualidade de vida dos produtores agrícolas;
- Estabilizar os preços dos mercados;
- Garantir a segurança dos abastecimentos;
- Aumentar a produtividade agrícola, assegurando o desenvolvimento racional da produção agrícola.
A importância da PAC:
- Contribui para o crescimento económico;
- É uma forma de sobrevivência de muitas comunidades;
- Tem um papel importante na conservação da paisagem, proteção da biodiversidade e salvaguarda da paisagem.
O que fez a PAC até hoje:
- A produção agrícola triplicou;
- Aumentou a produtividade e o rendimento dos agricultores;
- Reduziu-se a mão-de-obra utilizada.
O vídeo que se segue mostra as medidas a implementar no âmbito da reforma da PAC:
By Gil Marques, 11º J
quarta-feira, 2 de maio de 2012
As Desigualdades na Repartição dos Rendimentos em Portugal e na União Europeia
Os rendimentos são distribuídos pela população, mas não duma forma equitativa, pois os capitalistas recebem muito mais que os trabalhadores. Para isso não acontecer, o Estado redistribui os rendimentos para que as desigualdades provocadas pela repartição primária sejam atenuadas.
Isto verifica-se em Portugal, mas as desigualdades continuam acentuadas, sendo Portugal um dos países da União Europeia com uma maior diferença entre ricos e pobres. Estas diferenças devem-se:
• À diferenciação salarial;
• À maior concentração de rendimentos em parcelas de população;
• À maior remuneração auferida pelo fator capital.
Analisemos então a situação referida em cima no gráfico:
Podemos verificar que, em Portugal, a maior parte dos rendimentos são distribuídos maioritariamente para proprietários, capitalistas, empresários (capitalistas), enquanto o fator trabalho recebe uma menor parte do rendimento nacional. Em 1953, os capitalistas (55%) recebiam uma percentagem maior que os trabalhadores (45%). Já em 1974-76 o fator trabalho era mais bem remunerado que o fator capital, mas a partir de 2005 volta-se a verificar que os capitalista recebem mais que os trabalhadores.
Mas vejamos o que se passa na União Europeia:
Na União Europeia, podemos verificar que em 2007 Portugal era o país com a maior desigualdade na distribuição dos rendimentos.
Republica Checa, Eslováquia, Suécia e Eslovénia constituem o grupo de países com menores desigualdades no rendimento disponível das famílias.
Portugal, Letónia, Grécia e Lituánia estão no grupo onde as diferenças nos rendimentos são altas.
By Rita Oliveira, 10º I
Isto verifica-se em Portugal, mas as desigualdades continuam acentuadas, sendo Portugal um dos países da União Europeia com uma maior diferença entre ricos e pobres. Estas diferenças devem-se:
• À diferenciação salarial;
• À maior concentração de rendimentos em parcelas de população;
• À maior remuneração auferida pelo fator capital.
Analisemos então a situação referida em cima no gráfico:
(clique na imagem para ver maior)
Podemos verificar que, em Portugal, a maior parte dos rendimentos são distribuídos maioritariamente para proprietários, capitalistas, empresários (capitalistas), enquanto o fator trabalho recebe uma menor parte do rendimento nacional. Em 1953, os capitalistas (55%) recebiam uma percentagem maior que os trabalhadores (45%). Já em 1974-76 o fator trabalho era mais bem remunerado que o fator capital, mas a partir de 2005 volta-se a verificar que os capitalista recebem mais que os trabalhadores.
Mas vejamos o que se passa na União Europeia:
(clique na imagem para ver maior)
Na União Europeia, podemos verificar que em 2007 Portugal era o país com a maior desigualdade na distribuição dos rendimentos.
Republica Checa, Eslováquia, Suécia e Eslovénia constituem o grupo de países com menores desigualdades no rendimento disponível das famílias.
Portugal, Letónia, Grécia e Lituánia estão no grupo onde as diferenças nos rendimentos são altas.
By Rita Oliveira, 10º I
sábado, 28 de abril de 2012
A Construção da União Europeia
O projeto de construção europeia tem mais de 50 anos, resultando de um processo de integração económica entre vários países europeus.
Ao longo desses anos foram assinados diversos Tratados que levaram ao alargamento e ao aprofundamento do processo de integração europeia:
1951 - A Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) é criada pelos seis membros fundadores (Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo).
1957 - O Tratado de Roma institui uma união aduaneira entre os países membros.
1973 - A Comunidade passa a ter nove Estados-Membros (Dinamarca, Irlanda e Reino Unido) e desenvolve as suas políticas comuns.
1979 - Primeiras eleições diretas para o Parlamento Europeu.
1981 - Primeiro alargamento mediterrânico. Entrada da Grécia.
1986 - Entrada de Portugal e Espanha. O Ato Único Europeu institui o mercado único europeu.
1993 - Realização do mercado único. O Tratado de Maastricht institui a União Europeia.
1995 - A União passa a contar com quinze membros (Suécia, Finlândia e Áustria).
1999 - Criação da União Económica e Monetária.
2002 - Introdução das notas e moedas de euros.
2004 - Mais dez países aderem à União (Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Letónia, Lituânia, Hungria, Malta, Polónia e República Checa).
2007 - Adesão de mais dois países (Roménia e Bulgária).
Vejam o vídeo:
By Ricardo Pereira, 11º J
Ao longo desses anos foram assinados diversos Tratados que levaram ao alargamento e ao aprofundamento do processo de integração europeia:
1951 - A Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) é criada pelos seis membros fundadores (Alemanha, Bélgica, França, Holanda, Itália e Luxemburgo).
1957 - O Tratado de Roma institui uma união aduaneira entre os países membros.
1973 - A Comunidade passa a ter nove Estados-Membros (Dinamarca, Irlanda e Reino Unido) e desenvolve as suas políticas comuns.
1979 - Primeiras eleições diretas para o Parlamento Europeu.
1981 - Primeiro alargamento mediterrânico. Entrada da Grécia.
1986 - Entrada de Portugal e Espanha. O Ato Único Europeu institui o mercado único europeu.
1993 - Realização do mercado único. O Tratado de Maastricht institui a União Europeia.
1995 - A União passa a contar com quinze membros (Suécia, Finlândia e Áustria).
1999 - Criação da União Económica e Monetária.
2002 - Introdução das notas e moedas de euros.
2004 - Mais dez países aderem à União (Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Letónia, Lituânia, Hungria, Malta, Polónia e República Checa).
2007 - Adesão de mais dois países (Roménia e Bulgária).
Vejam o vídeo:
By Ricardo Pereira, 11º J
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
O Banco Central Europeu e o Eurosistema
O Banco Central Europeu (BCE) foi fundado em 1 de Junho de 1998, a sua sede está localizada na cidade alemã de Frankfurt e entrou em funcionamento com a adesão dos onze estados membros que tinham cumprido as condições necessárias para adotarem a moeda única, Euro (€), em 1 de Janeiro de 1999: Portugal, Bélgica, Alemanha, Espanha, França, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Países baixos, Áustria e Finlândia.
Atualmente, são 17 os países que aderiram ao Euro, formando em conjunto a chamada Zona Euro. Além dos países acima referidos, também pertencem à Zona Euro a Grécia, a Eslovénia, Chipre, Malta, Eslováquia e Estónia.
O Banco Central Europeu (BCE) é uma das instituições da União Europeia. A sua principal missão é:
• Garantir a estabilidade dos preços (manter a inflação sob controlo), especialmente nos países que utilizam o euro;
• Zelar pela estabilidade do sistema financeiro, assegurando uma supervisão adequada dos mercados e das instituições financeiras.
E para tal, estabelece e aplica a política monetária europeia, dirige as operações de câmbio e garante o bom funcionamento dos sistemas de pagamentos.
O BCE é a instituição central da política monetária da União Económica e Monetária (UEM), e o centro do Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC), e as suas funções principais são:
• Fixar as principais taxas de juro para a zona euro e controlar a massa monetária;
• Gerir as reservas de divisas da zona euro e comprar ou vender divisas sempre que necessário para manter o equilíbrio das taxas de câmbio;
• Ajudar a assegurar uma supervisão adequada dos mercados e instituições financeiras pelas autoridades nacionais, bem como o bom funcionamento dos sistemas de pagamento;
• Autorizar os bancos centrais dos países da zona euro a emitir notas de euro;
• Acompanhar a evolução dos preços e avaliar os riscos para a sua estabilidade.
By Priscila Pereira, 10º I
Atualmente, são 17 os países que aderiram ao Euro, formando em conjunto a chamada Zona Euro. Além dos países acima referidos, também pertencem à Zona Euro a Grécia, a Eslovénia, Chipre, Malta, Eslováquia e Estónia.
O Banco Central Europeu (BCE) é uma das instituições da União Europeia. A sua principal missão é:
• Garantir a estabilidade dos preços (manter a inflação sob controlo), especialmente nos países que utilizam o euro;
• Zelar pela estabilidade do sistema financeiro, assegurando uma supervisão adequada dos mercados e das instituições financeiras.
E para tal, estabelece e aplica a política monetária europeia, dirige as operações de câmbio e garante o bom funcionamento dos sistemas de pagamentos.
O BCE é a instituição central da política monetária da União Económica e Monetária (UEM), e o centro do Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC), e as suas funções principais são:
• Fixar as principais taxas de juro para a zona euro e controlar a massa monetária;
• Gerir as reservas de divisas da zona euro e comprar ou vender divisas sempre que necessário para manter o equilíbrio das taxas de câmbio;
• Ajudar a assegurar uma supervisão adequada dos mercados e instituições financeiras pelas autoridades nacionais, bem como o bom funcionamento dos sistemas de pagamento;
• Autorizar os bancos centrais dos países da zona euro a emitir notas de euro;
• Acompanhar a evolução dos preços e avaliar os riscos para a sua estabilidade.
By Priscila Pereira, 10º I
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