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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Capital Natural

A valorização e o uso sustentável dos recursos naturais são as bases do Capital Natural.
O conhecimento humano deve ser utilizado de uma forma que viabilize o uso de matéria e energia com eficiência, evitando o desperdício.
As mudanças no padrão de consumo e de produção merecem atenção, para evitar a escassez de capital natural no futuro. O desenvolvimento requer o uso sustentável do capital natural.


O mito do “progresso material ilimitado” que marcou a era industrial resultou em enormes catástrofes ambientais.
A manutenção do padrão atual de produção e consumo é insustentável.
Onde está a saída? No conservacionismo que transforma a natureza em santuário, à revelia das necessidades humanas?
Não. A saída está na valorização do capital natural e nas respostas do conhecimento humano, na possibilidade de compreender os ciclos naturais e de saber “fazer mais com menos”, adotando métodos de “desperdício zero”, reciclando, fazendo uso de matéria e energia com maior eficiência, com melhor aproveitamento.
É preciso pensar em como satisfazer as necessidades de hoje sem prejudicar a possibilidade de satisfazê-las no futuro.
Isso requer uma profunda mudança nos padrões de produção e consumo, o que só será possível com elevados níveis de capital humano, capital social e boa governança.
Portanto, não existe a possibilidade de um desenvolvimento que se queira humano, social e sustentável sem a combinação simultânea de todos esses esforços.

Fonte:
 http://translate.google.com/translate?hl=pt-PT&sl=en&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Natural_capital&ei=rnTLT9HvBOPE0QWbmYjXAQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=2&ved=0CFUQ7gEwAQ&prev=/search%3Fq%3Dcapital%2Bnatural%26hl%3Dpt-PT%26biw%3D1366%26bih%3D667%26prmd%3Dimvnsb

By Adriana Pinto, 10º I

Investigação e desenvolvimento

As inovações tecnológicas alcançadas pelas sociedades são fruto de um trabalho de investigação levado a cabo por equipas de investigadores integrada nas empresas, nas universidades e em laboratórios do Estado.
A investigação é todavia uma atividade que exige muitos gastos, cabendo ao Estado e ao setor privado o seu financiamento.
A investigação a cargo do setor publico não tem, normalmente, fins comerciais, podendo até não ter utilidade prática, mas constitui um acréscimo a nível do conhecimento.
A investigação suportada pelas empresas visa a aplicação práticos dos inventos, ou seja, a sua utilização em novos produtos que se destinam a ser comercializados.

Despesas em I&D em percentagem do PIB, por setor de execução
Portugal

A investigação é, hoje, de tal forma considerada importante que podemos considera-la como indicador de desenvolvimento de um pais, visto este ser tanto mais desenvolvido quanto maior for a percentagem do seu rendimento canalizada para investigação.

Despesas em I&D na União Europeia

Através da analise deste gráfico, podemos concluir que em Portugal apesar do I&D ter aumentado desde 2005 até 2009 continua abaixo da união europeia.

A investigação, ao conduzir a um maior conhecimento e ás inovações tecnológicas, proporciona maior riqueza para a sociedade, uma melhoria dos níveis de vida e, portanto, condições favoráveis ao desenvolvimento.
No entanto, a inovação tecnológica tem sido acompanhada de alguns bloqueios, de entre os quais se destacam:
• O desemprego tecnológico;
• A degradação ambiental;
• O aumento das desigualdades (entre os trabalhadores que possuem ou não qualificações e entre os países que dominam ou não as tecnologias).

By Daniela Carvalho, 10º I

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

“Another Way To Die”

Neste artigo, vou fazer um comentário ao videoclip "Another Way to Die", dos Disturbed. Este videoclip remete-nos para as consequências do modelo de desenvolvimento económico que tem sido seguido desde a II Grande Guerra, uma Economia de gastos excessivos sem qualquer tipo de consciência ambiental. Exploração excessiva dos recursos naturais, poluição, desvastação das florestas, enormes desigualdades sociais, são alguns dos problemas focados neste videoclip. Refere-nos uma relação de passado-futuro, falando-nos das consequências que este tipo de Economia exercida no passado possa exercer no futuro.


Parece-me que o título “Another Way to Die” (Outra Maneira de Morrer) é um bom título, pois a indústria discográfica já está cheia de eufemismos para um problema global, ou seja, é necessário que haja uma música (ou um videoclip) que nos faça reagir, e lutar, para que o nosso mundo não se perca. De vários videoclips que conheço, nenhuma deles teve um impacto tão grande em mim.
O videoclip também refere a “força” que as nações com mais poder exercem em países em dificuldade, e parece-me quase irónico o facto de serem os países pobres a terem os recursos que os ricos necessitam, como se houvesse uma espécie de força a fazer com que estas nações fossem reprimidas ou, se calhar, as economias mais fortes também têm, mas preferem exercer força sobre quem a não tem.

Deixo-vos com o videoclip, esperando que vos esclareça e que tenha um impacto tão forte como o que teve em mim.

Vejam aqui.

By João Pedro Silva, 10º I