Mostrar mensagens com a etiqueta Comércio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comércio. Mostrar todas as mensagens

sábado, 16 de junho de 2012

Tipos de Comércio



O comércio consiste numa atividade de troca.
Os homens, quando especializado na produção de determinado tipo de bens, começaram a sentir a necessidade de trocar produtos entre si, de forma a obter aqueles que lhes faltavam.



Há vários tipos de comércio. Assim, quando precisamos de adquirir algum bem, temos várias alternativas à nossa disposição:

- O comércio tradicional é constituído, normalmente, por pequenos estabelecimentos independentes onde o atendimento é personalizado;


- O comércio integrado é constituído por uma cadeia de lojas, podendo optar por uma de várias modalidades de estabelecimentos comerciais, tais como:
• Sucursais ou filiais;
• Franchising;
• Grandes superfícies generalistas;
• Grandes superfícies especializadas.

By Pedro Sá, 10º I

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O Comércio: distribuição e circuitos de distribuição

No âmbito da disciplina de Economia A foi-nos sugerido pela professora a redação de um artigo para ser publicado no blog de economia. Para começar tinha de escolher um tema, e de todas as matérias dadas anteriormente, a que mais me fascinou foi a relacionada com o comércio. Decidi então fazer o meu trabalho sobre o comércio: distribuição e circuitos de distribuição.

Distribuição
Em primeiro lugar, é necessário saber que a distribuição é a atividade que estabelece a ligação entre a produção e o consumo e que tem varias funções, como a de transporte, embalagem, conservação, armazenagem, comercialização. Dentro da distribuição há dois intermediários: o grossista e o retalhista. O primeiro tem a função de comerciante que compra os bens aos produtores em grandes quantidades, fracionando-os e armazenando-os, vendendo-os depois aos retalhistas. O segundo também a função de comerciante, mas neste caso e geralmente, compra os bens aos armazenistas ou grossistas vendendo-os posteriormente aos consumidores. É de referir que os hipermercados desempenham simultaneamente a função de grossistas e retalhistas, pois compram os bens aos produtores, fraciona-os, armazena-os e vende-os diretamente aos consumidores.
Sendo assim, verifica-se que a distribuição é fundamental na atividade económica, acrescentando maior utilidade aos bens, já que os disponibiliza ao consumidor nas quantidades que ele deseja, quando necessita e no local que lhe seja mais conveniente.

Circuitos de distribuição
Chama-se circuito de distribuição ao percurso efetuado pelo bem desde a produção até ao consumo. A escolha do canal de distribuição depende de vários fatores, desde as características dos bens, o preço de venda, o número e localização dos consumidores, as práticas habituais nos mercados, a atuação da concorrência.
Existem basicamente três tipos de circuitos: o circuito clássico, o circuito curto e o circuito ultracurto ou direto.
No circuito clássico, o produto percorre o caminho mais longo, pois tem dois intermediários. Tem vantagens como a repartição das despesas de venda e de transporte por um maior n.º de intermediários, o aumento do n.º de pontos de venda, permite uma melhor divulgação do produto. Também tem desvantagens: torna o consumidor demasiado remoto em relação ao produtor, dificultando a comunicação, torna o produto mais caro. É utilizado em produtos de grande consumo, como produtos alimentares, produtos de higiene e limpeza, brinquedos, revistas,...


O circuito curto, carateriza-se pelo facto de o produtor desempenhar as funções de grossista, vendendo diretamente ao retalhista. As suas vantagens (relativamente ao circuito direto) são a diminuição dos custos de distribuição do produto e a grande capacidade de expansão em termos geográficos. As desvantagens são dificultar o contacto entre o produtor e o consumidor e diminuir a sensibilidade do produtor em relação aos problemas do seu mercado. É utilizado na distribuição de produtos como vestuário, livros, eletrodomésticos, e outros bens de consumo.


Por fim, o circuito ultracurto, ou também chamado circuito direto, em que os intermediários desapareceram completamente. As vantagens são eliminar os custos de intermediação, permitir a informação direta do consumidor e um melhor conhecimento do mercado. As desvantagens são os elevados custos de distribuição quando os clientes estão muito dispersos e os maiores custos de prospeção. É utilizado em serviços como os dos médicos ou dos cabeleireiros ou produtos perecíveis, como flores, fruta, legumes frescos,...


By Margarida Loureiro, 10º I

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Importações e exportações portuguesas

O comércio externo consiste nas trocas de bens, serviços e capitais entre agentes económicos residentes e não residentes no país. É necessário este tipo de trocas comerciais, pois cada país tem as suas características naturais e humanas, o que possibilita a especialização e a produção de determinados tipos de bens, que podem ser exportados para países sem as mesmas características, e também a compra de bens escassos ou em falta a esses mesmos.

É um facto que Portugal continua a importar mais mercadorias e serviços do estrangeiro do que a exportar, ou seja, compramos mais do que vendemos. Esta tendência faz com que o saldo da balança de mercadorias portuguesa se apresente deficitário, pois o valor das exportações não cobre na totalidade o valor das importações. Isto obriga Portugal à contração de empréstimos para efetuar a totalidade do pagamento das importações.

Em 2010, Portugal importou mais 11 mil milhões de euros do que vendeu ao estrangeiro. 31% das mercadorias e serviços que importamos são provenientes de Espanha, enquanto que 26% das exportações portuguesas têm como destino Espanha.

Os dados seguintes (gráfico e vídeo) mostram as relações económicas portuguesas com o resto do mundo (dados de 2010).

(clique na imagem para ver maior)

O gráfico mostra que em 2010 as exportações de bens cresceram, em termos nominais, mais do que as importações (15,7% e 10,8%, respetivamente) e em ambos os casos a componente extracomunitária apresentou o maior crescimento.



Neste vídeo, podemos conhecer outros dados importantes sobre o comércio externo português:

Valor das Importações e das Exportações em Portugal
• Importações - 66 mil milhões de euros
• Exportações - 55 mil milhões de euros

Principais países para onde Portugal exporta
1. União Europeia - 75% (Espanha - 26% do total de exportações)
2. EUA e China - 20%
3. Brasil - 2%
4. PALOP - 1%

Mercadorias Importadas por Portugal
1. Combustíveis (15%)
2. Carros (12%)
3. Produtos Alimentares (11%)

Mercadorias Exportadas por Portugal
1. Madeiras e Pasta de Papel (15%)
2. Aparelhos Elétricos (15%)
3. Transportes (12%)
4. Têxteis (10%)
5. Minério (mármores, cimento, ferro) (9%)
6. Calçado (4%)
7. Vinho (2%)

By João Duarte, 11º J

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Dinheiro

O dinheiro não saiu sempre das caixas Multibanco. Tem uma longa história e foi desenvolvido ao longo de milhares de anos. À medida que a nossa sociedade se desenvolveu, também se desenvolveu a nossa necessidade de formas de dinheiro mais sofisticadas.
O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas, usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país. É o único que tem essa atribuição. No entanto, os países pertencentes à Zona Euro, como é o caso de Portugal, estão sujeitos às decisões do Banco Central Europeu.
O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro. Há muitos milhares de anos, os metais ainda não tinham sido descobertos, por isso o nossos antepassados caçavam e cultivavam a terra com ferramentas de pedra. Os homens e as mulheres da Idade da Pedra não tinham as notas e as moedas que utilizamos atualmente. Em vez disso, eles trocavam bens entre si: por exemplo, um caçador podia trocar peles de animais pelos cereais de um agricultor ou um pescador podia trocar conchas decorativas pelo machado de pedra polido de um caçador. Esta troca é conhecida como troca direta. Uma característica importante da troca direta é o facto de envolver a troca de bens que têm um valor.
Atualmente, as trocas realizam-se utilizando a moeda como intermediário - é a troca indireta.

By Ana Filipa Roldão, 11º J

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O Franchising

O que é o Franchising?
A figura do franchising traduz-se na celebração de um contrato através do qual uma empresa, denominada franchisadora, concede a uma outra, independente e denominada franchisada, o direito de se apresentar com a sua denominação e marca na venda de produtos e serviços, por um determinado período de tempo, de acordo com o contrato.

Os encargos
A franchisada suporta normalmente dois tipos de encargos: um encargo inicial, do investimento necessário para equipar o espaço físico com os meios indispensáveis, bem como com a eventual publicitação que se mostre necessária; um encargo periódico (mensal, trimestral, semestral, etc.), que se assume como a contrapartida pela utilização da imagem do franchisador ao longo do tempo.

Tipos de franchising
Ao longo do tempo foram surgindo formas diversas de franchising de acordo com as condições previstas nos contratos que o suportam, como por exemplo:
. Franchising de produção - fabrico e venda de um determinado produto.
. Franchising de distribuição – venda de produtos.
. Franchising de serviços - prestação de serviços.
. Franchising industrial – produção de bens.
. Franchising misto - sistema de produção, distribuição e serviços.
. Franchising associativo – sociedade entre franchisador e franchisado.

By Daniela Sá, 11º J