No âmbito da disciplina de Economia A foi-nos sugerido pela professora a redação de um artigo para ser publicado no blog de economia. Para começar tinha de escolher um tema, e de todas as matérias dadas anteriormente, a que mais me fascinou foi a relacionada com o comércio. Decidi então fazer o meu trabalho sobre o comércio: distribuição e circuitos de distribuição.
Distribuição
Em primeiro lugar, é necessário saber que a distribuição é a atividade que estabelece a ligação entre a produção e o consumo e que tem varias funções, como a de transporte, embalagem, conservação, armazenagem, comercialização. Dentro da distribuição há dois intermediários: o grossista e o retalhista. O primeiro tem a função de comerciante que compra os bens aos produtores em grandes quantidades, fracionando-os e armazenando-os, vendendo-os depois aos retalhistas. O segundo também a função de comerciante, mas neste caso e geralmente, compra os bens aos armazenistas ou grossistas vendendo-os posteriormente aos consumidores. É de referir que os hipermercados desempenham simultaneamente a função de grossistas e retalhistas, pois compram os bens aos produtores, fraciona-os, armazena-os e vende-os diretamente aos consumidores.
Sendo assim, verifica-se que a distribuição é fundamental na atividade económica, acrescentando maior utilidade aos bens, já que os disponibiliza ao consumidor nas quantidades que ele deseja, quando necessita e no local que lhe seja mais conveniente.
Circuitos de distribuição
Chama-se circuito de distribuição ao percurso efetuado pelo bem desde a produção até ao consumo. A escolha do canal de distribuição depende de vários fatores, desde as características dos bens, o preço de venda, o número e localização dos consumidores, as práticas habituais nos mercados, a atuação da concorrência.
Existem basicamente três tipos de circuitos: o circuito clássico, o circuito curto e o circuito ultracurto ou direto.
No circuito clássico, o produto percorre o caminho mais longo, pois tem dois intermediários. Tem vantagens como a repartição das despesas de venda e de transporte por um maior n.º de intermediários, o aumento do n.º de pontos de venda, permite uma melhor divulgação do produto. Também tem desvantagens: torna o consumidor demasiado remoto em relação ao produtor, dificultando a comunicação, torna o produto mais caro. É utilizado em produtos de grande consumo, como produtos alimentares, produtos de higiene e limpeza, brinquedos, revistas,...
O circuito curto, carateriza-se pelo facto de o produtor desempenhar as funções de grossista, vendendo diretamente ao retalhista. As suas vantagens (relativamente ao circuito direto) são a diminuição dos custos de distribuição do produto e a grande capacidade de expansão em termos geográficos. As desvantagens são dificultar o contacto entre o produtor e o consumidor e diminuir a sensibilidade do produtor em relação aos problemas do seu mercado. É utilizado na distribuição de produtos como vestuário, livros, eletrodomésticos, e outros bens de consumo.
Por fim, o circuito ultracurto, ou também chamado circuito direto, em que os intermediários desapareceram completamente. As vantagens são eliminar os custos de intermediação, permitir a informação direta do consumidor e um melhor conhecimento do mercado. As desvantagens são os elevados custos de distribuição quando os clientes estão muito dispersos e os maiores custos de prospeção. É utilizado em serviços como os dos médicos ou dos cabeleireiros ou produtos perecíveis, como flores, fruta, legumes frescos,...
By Margarida Loureiro, 10º I
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
A Produção de Bens e Serviços
A produção
Produção é uma atividade, que tem como objetivos, a criação de bens e de serviços, que possam satisfazer todo o tipo de necessidades.
A atividade produtiva, é desempenhada pelas empresas ou pelas unidades produtivas, que criam os bens e serviços de que precisamos, para satisfazer as nossas necessidades.
Todos estes bens e serviços, têm uma sequência de etapas, que se designa por processo produtivo, através das quais as matérias-primas são transformadas em produtos finais, que depois serão encaminhados para o mercado, onde nós possamos comprá-los e dessa forma satisfazer as nossas necessidades.
Fatores de produção
A atividade produtiva é executada através da utilização de vários elementos que, devidamente conjugados, permitem obter os bens e serviços de que necessitamos para a satisfação das necessidades.
Esses elementos designam-se por fatores de produção, que podemos agrupar em:
- Recursos Naturais
- Trabalho
- Capital
By Carla Jacinta Araújo, 10º I
Produção é uma atividade, que tem como objetivos, a criação de bens e de serviços, que possam satisfazer todo o tipo de necessidades.
A atividade produtiva, é desempenhada pelas empresas ou pelas unidades produtivas, que criam os bens e serviços de que precisamos, para satisfazer as nossas necessidades.
Todos estes bens e serviços, têm uma sequência de etapas, que se designa por processo produtivo, através das quais as matérias-primas são transformadas em produtos finais, que depois serão encaminhados para o mercado, onde nós possamos comprá-los e dessa forma satisfazer as nossas necessidades.
Fatores de produção
A atividade produtiva é executada através da utilização de vários elementos que, devidamente conjugados, permitem obter os bens e serviços de que necessitamos para a satisfação das necessidades.
Esses elementos designam-se por fatores de produção, que podemos agrupar em:
- Recursos Naturais
- Trabalho
- Capital
By Carla Jacinta Araújo, 10º I
domingo, 29 de janeiro de 2012
Inflação
O que é?
Inflação é um conceito económico que representa o aumento de preços dos produtos num determinado país ou região, durante um determinado período. Consiste num processo inflacionário em que o poder de compra e o valor da moeda diminui.
Com o aumento dos custos de produção, ocorre uma retração da produção, fazendo com que os preços de mercado também sofram aumento. As causas mais comuns da inflação pelos custos são: os aumentos salariais, que fazem com que o custo unitário de um bem ou serviço aumente, o aumento do custo das matérias-primas, que provoca um super aumento nos custos da produção, fazendo com que o custo final do bem ou serviço aumente e, por fim, a estrutura de mercado, em que algumas empresas aumentam os seus lucros acima da elevação dos custos de produção.
Contrariamente, existe a deflação, ou seja, é quando os preços começam a cair. Embora possa parecer bom, de facto não é nada bom, porque os produtos e serviços vão perdendo valor, o que significa que o consumo diminui, ou seja as indústrias, comércio e prestadores de serviços reduzem os preços, com a esperança de estimular o consumo.
Fonte:
http://www.pcsaudavel.com/economia/2008/11/18/inflacao-e-deflacao-saiba-a-diferenca/
By Carla Magalhães, 10º I
Inflação é um conceito económico que representa o aumento de preços dos produtos num determinado país ou região, durante um determinado período. Consiste num processo inflacionário em que o poder de compra e o valor da moeda diminui.
Com o aumento dos custos de produção, ocorre uma retração da produção, fazendo com que os preços de mercado também sofram aumento. As causas mais comuns da inflação pelos custos são: os aumentos salariais, que fazem com que o custo unitário de um bem ou serviço aumente, o aumento do custo das matérias-primas, que provoca um super aumento nos custos da produção, fazendo com que o custo final do bem ou serviço aumente e, por fim, a estrutura de mercado, em que algumas empresas aumentam os seus lucros acima da elevação dos custos de produção.
Contrariamente, existe a deflação, ou seja, é quando os preços começam a cair. Embora possa parecer bom, de facto não é nada bom, porque os produtos e serviços vão perdendo valor, o que significa que o consumo diminui, ou seja as indústrias, comércio e prestadores de serviços reduzem os preços, com a esperança de estimular o consumo.
Fonte:
http://www.pcsaudavel.com/economia/2008/11/18/inflacao-e-deflacao-saiba-a-diferenca/
By Carla Magalhães, 10º I
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
O Consumo
O consumo é o ato de utilizar um bem ou serviço com vista à satisfação de necessidades. Essas necessidades tanto podem ser satisfeitas recorrendo à utilização de um bem material como de um serviço prestado por alguém.
É, também, um ato económico, pois é através dele que se satisfazem as necessidades humanas (finalidade última da atividade produtiva) e é um ato social, que constitui um importante indicador do nível de bem-estar de uma população, num determinado momento (a quantidade e o tipo de bens que consomem podem indicar-nos como satisfazem as suas necessidades).
Tipos de consumo
• Final: a utilização do bem permite a satisfação direta e imediata da necessidade, implicando a sua destruição imediata (alimentos) ou progressiva (vestuário).
• Intermédio: o bem é utilizado para produzir outros bens, desaparecendo no ciclo produtivo (energia) ou sendo incorporado noutros bens (matérias-primas).
• Individual: o uso de um bem ou serviço por uma pessoa impede o seu uso por outra em simultâneo (alimentos).
• Coletivo: é efetuado para satisfazer necessidades coletivas (serviços de transporte públicos, estradas, etc.).
• Essencial: satisfação de necessidades primárias (consumo em alimentação, cuidados de saúde, vestuário, etc.).
• Supérfluo: satisfação de necessidades terciárias (jóias, perfumes, etc.).
Fonte:
http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1730757-consumo-no%C3%A7%C3%A3o-tipos/#ixzz1kVywSib9
By Joana Barbosa, 10º I
É, também, um ato económico, pois é através dele que se satisfazem as necessidades humanas (finalidade última da atividade produtiva) e é um ato social, que constitui um importante indicador do nível de bem-estar de uma população, num determinado momento (a quantidade e o tipo de bens que consomem podem indicar-nos como satisfazem as suas necessidades).
Tipos de consumo
• Final: a utilização do bem permite a satisfação direta e imediata da necessidade, implicando a sua destruição imediata (alimentos) ou progressiva (vestuário).
• Intermédio: o bem é utilizado para produzir outros bens, desaparecendo no ciclo produtivo (energia) ou sendo incorporado noutros bens (matérias-primas).
• Individual: o uso de um bem ou serviço por uma pessoa impede o seu uso por outra em simultâneo (alimentos).
• Coletivo: é efetuado para satisfazer necessidades coletivas (serviços de transporte públicos, estradas, etc.).
• Essencial: satisfação de necessidades primárias (consumo em alimentação, cuidados de saúde, vestuário, etc.).
• Supérfluo: satisfação de necessidades terciárias (jóias, perfumes, etc.).
Fonte:
http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1730757-consumo-no%C3%A7%C3%A3o-tipos/#ixzz1kVywSib9
By Joana Barbosa, 10º I
Importações e exportações portuguesas
O comércio externo consiste nas trocas de bens, serviços e capitais entre agentes económicos residentes e não residentes no país. É necessário este tipo de trocas comerciais, pois cada país tem as suas características naturais e humanas, o que possibilita a especialização e a produção de determinados tipos de bens, que podem ser exportados para países sem as mesmas características, e também a compra de bens escassos ou em falta a esses mesmos.
É um facto que Portugal continua a importar mais mercadorias e serviços do estrangeiro do que a exportar, ou seja, compramos mais do que vendemos. Esta tendência faz com que o saldo da balança de mercadorias portuguesa se apresente deficitário, pois o valor das exportações não cobre na totalidade o valor das importações. Isto obriga Portugal à contração de empréstimos para efetuar a totalidade do pagamento das importações.
Em 2010, Portugal importou mais 11 mil milhões de euros do que vendeu ao estrangeiro. 31% das mercadorias e serviços que importamos são provenientes de Espanha, enquanto que 26% das exportações portuguesas têm como destino Espanha.
Os dados seguintes (gráfico e vídeo) mostram as relações económicas portuguesas com o resto do mundo (dados de 2010).
O gráfico mostra que em 2010 as exportações de bens cresceram, em termos nominais, mais do que as importações (15,7% e 10,8%, respetivamente) e em ambos os casos a componente extracomunitária apresentou o maior crescimento.
Neste vídeo, podemos conhecer outros dados importantes sobre o comércio externo português:
Valor das Importações e das Exportações em Portugal
• Importações - 66 mil milhões de euros
• Exportações - 55 mil milhões de euros
Principais países para onde Portugal exporta
1. União Europeia - 75% (Espanha - 26% do total de exportações)
2. EUA e China - 20%
3. Brasil - 2%
4. PALOP - 1%
Mercadorias Importadas por Portugal
1. Combustíveis (15%)
2. Carros (12%)
3. Produtos Alimentares (11%)
Mercadorias Exportadas por Portugal
1. Madeiras e Pasta de Papel (15%)
2. Aparelhos Elétricos (15%)
3. Transportes (12%)
4. Têxteis (10%)
5. Minério (mármores, cimento, ferro) (9%)
6. Calçado (4%)
7. Vinho (2%)
By João Duarte, 11º J
É um facto que Portugal continua a importar mais mercadorias e serviços do estrangeiro do que a exportar, ou seja, compramos mais do que vendemos. Esta tendência faz com que o saldo da balança de mercadorias portuguesa se apresente deficitário, pois o valor das exportações não cobre na totalidade o valor das importações. Isto obriga Portugal à contração de empréstimos para efetuar a totalidade do pagamento das importações.
Em 2010, Portugal importou mais 11 mil milhões de euros do que vendeu ao estrangeiro. 31% das mercadorias e serviços que importamos são provenientes de Espanha, enquanto que 26% das exportações portuguesas têm como destino Espanha.
Os dados seguintes (gráfico e vídeo) mostram as relações económicas portuguesas com o resto do mundo (dados de 2010).
(clique na imagem para ver maior)
O gráfico mostra que em 2010 as exportações de bens cresceram, em termos nominais, mais do que as importações (15,7% e 10,8%, respetivamente) e em ambos os casos a componente extracomunitária apresentou o maior crescimento.
Neste vídeo, podemos conhecer outros dados importantes sobre o comércio externo português:
Valor das Importações e das Exportações em Portugal
• Importações - 66 mil milhões de euros
• Exportações - 55 mil milhões de euros
Principais países para onde Portugal exporta
1. União Europeia - 75% (Espanha - 26% do total de exportações)
2. EUA e China - 20%
3. Brasil - 2%
4. PALOP - 1%
Mercadorias Importadas por Portugal
1. Combustíveis (15%)
2. Carros (12%)
3. Produtos Alimentares (11%)
Mercadorias Exportadas por Portugal
1. Madeiras e Pasta de Papel (15%)
2. Aparelhos Elétricos (15%)
3. Transportes (12%)
4. Têxteis (10%)
5. Minério (mármores, cimento, ferro) (9%)
6. Calçado (4%)
7. Vinho (2%)
By João Duarte, 11º J
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
O Dinheiro
O dinheiro não saiu sempre das caixas Multibanco. Tem uma longa história e foi desenvolvido ao longo de milhares de anos. À medida que a nossa sociedade se desenvolveu, também se desenvolveu a nossa necessidade de formas de dinheiro mais sofisticadas.
O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas, usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país. É o único que tem essa atribuição. No entanto, os países pertencentes à Zona Euro, como é o caso de Portugal, estão sujeitos às decisões do Banco Central Europeu.O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro. Há muitos milhares de anos, os metais ainda não tinham sido descobertos, por isso o nossos antepassados caçavam e cultivavam a terra com ferramentas de pedra. Os homens e as mulheres da Idade da Pedra não tinham as notas e as moedas que utilizamos atualmente. Em vez disso, eles trocavam bens entre si: por exemplo, um caçador podia trocar peles de animais pelos cereais de um agricultor ou um pescador podia trocar conchas decorativas pelo machado de pedra polido de um caçador. Esta troca é conhecida como troca direta. Uma característica importante da troca direta é o facto de envolver a troca de bens que têm um valor.
Atualmente, as trocas realizam-se utilizando a moeda como intermediário - é a troca indireta.
By Ana Filipa Roldão, 11º J
O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas, usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país. É o único que tem essa atribuição. No entanto, os países pertencentes à Zona Euro, como é o caso de Portugal, estão sujeitos às decisões do Banco Central Europeu.O dinheiro em si é um bem escasso. Muitos itens podem ser usados como dinheiro. Há muitos milhares de anos, os metais ainda não tinham sido descobertos, por isso o nossos antepassados caçavam e cultivavam a terra com ferramentas de pedra. Os homens e as mulheres da Idade da Pedra não tinham as notas e as moedas que utilizamos atualmente. Em vez disso, eles trocavam bens entre si: por exemplo, um caçador podia trocar peles de animais pelos cereais de um agricultor ou um pescador podia trocar conchas decorativas pelo machado de pedra polido de um caçador. Esta troca é conhecida como troca direta. Uma característica importante da troca direta é o facto de envolver a troca de bens que têm um valor.
Atualmente, as trocas realizam-se utilizando a moeda como intermediário - é a troca indireta.
By Ana Filipa Roldão, 11º J
domingo, 22 de janeiro de 2012
A Economia como ciência e o seu objeto de estudo
A Ciência Económica
Para que uma disciplina possa ser considerada uma ciência, dever-se-ão verificar quatro condições:
- ter um campo de estudo específico, isto é, ter um objeto de estudo;
- ter uma terminologia própria, isto é, possuir um corpo de conceitos próprios;
- utilizar o método cientifico na pesquisa;
- ter uma teoria própria.
O problema económico
Encontramo-nos inúmeras vezes perante uma situação contraditória: de um lado, a multiplicidade das nossas necessidades, que são ilimitadas; do outro, a escassez dos recursos capazes de as satisfazer. É aqui que reside o problema fundamental da economia.
A adequação dos recursos às necessidades implica que tenhamos que optar, fazer escolhas, de modo a satisfazer o máximo de necessidades com o mínimo dispêndio de recursos.
Surgem assim os conceitos de racionalidade económica e de custo de oportunidade.
Racionalidade económica
A racionalidade económica consiste na gestão eficaz dos recursos de modo a obter-se o máximo benefício.
Custo de oportunidade
O custo de oportunidade representa o custo da alternativa que tem de ser sacrificada para se obter um bem ou benefício.
By Diana Araújo, 11º J
Para que uma disciplina possa ser considerada uma ciência, dever-se-ão verificar quatro condições:
- ter um campo de estudo específico, isto é, ter um objeto de estudo;
- ter uma terminologia própria, isto é, possuir um corpo de conceitos próprios;
- utilizar o método cientifico na pesquisa;
- ter uma teoria própria.
O problema económico
Encontramo-nos inúmeras vezes perante uma situação contraditória: de um lado, a multiplicidade das nossas necessidades, que são ilimitadas; do outro, a escassez dos recursos capazes de as satisfazer. É aqui que reside o problema fundamental da economia.
A adequação dos recursos às necessidades implica que tenhamos que optar, fazer escolhas, de modo a satisfazer o máximo de necessidades com o mínimo dispêndio de recursos.
Surgem assim os conceitos de racionalidade económica e de custo de oportunidade.
Racionalidade económica
A racionalidade económica consiste na gestão eficaz dos recursos de modo a obter-se o máximo benefício.
Custo de oportunidade
O custo de oportunidade representa o custo da alternativa que tem de ser sacrificada para se obter um bem ou benefício.
By Diana Araújo, 11º J
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